A tristeza me destrói
Como aquela historia
Da qual acompanhamos desde o inicio
E finalmente o fim chega
Trazendo-nos uma saudade da qual nos força a ver a historia novamente
Mas pra mim, a historia desapareceu
Morreu com o amor
E eu já não quero mais pensar nisso
Eu daria tudo pra voltar e te ter de novo
Mas fugiria se você me desse outra chance
Pois tudo o que passamos
Nunca irá se repetir de novo
Jamais poderá ser igual
Jamais teu beijo será tão doce
Meu coração clama por ti
Eu o afugento
Para que se controle
Pois o que passou já não tem mais volta
E eu morrerei te amando
Morrerei sim, mas não te procurarei mais
Acredito na possibilidade de te reconquistar
Mas não quero tentar
Não quero enxergar
Que já não somos tão parecidos
Que você já não é igual a garota que amo
Então apenas acreditarei
Que poderei seguir em frente
Na esperança de que te conheça de outra forma
E que poderei te amar de um modo diferente
Amar uma garota diferente
Não a do meu passado
Lá ela deverá ficar
A garota do meu futuro me conquistará
E quem sabe seguirei
E quem sabe poderei sorrir de novo
Nathan de Souza Pontual
Não é a mesma coisa
Quando te vejo ainda sinto felicidade
Quando te beijo ainda me encanto
Mas não é só assim
Não consigo mais viver perto e ti
O amor esta esgotado
Assim como a chuva de verão
Que cansa de tentar
Mas não molha o bastante
Então desiste
O som macabro da solidão me atinge
Mas não me assusta
Por mais que seja ruim
Ele vem carregado de tristeza
Mas isso não é novidade pra mim
Isso que eu chamo de amor
Feito para não acabar
Mais frágil demais ao se exagerar
Como um cristal e sua imensa beleza
Ameaçado pela queda eminente
Ainda que não entenda
Mesmo me achando fraco
Eu sempre vivi assim
Eu nunca tive ninguém
A solidão sempre foi meu par
Nathan de Souza Pontual
Estou submerso
Preso num mar de duvidas
Trancado por sentimentos que me afligem
Sofrendo com dores surreais
Como sobreviver a um ferimento que não existe?
Como viver com a dor de não se sentir feliz?
Os olhos vidrados indicam que estou morto?
Ou apenas dizem que não tenho mais esperanças?
Eu não choro porque sou insensível?
Ou apenas porque estou esgotado de tanto chorar?
De tanto querer a chance de viver
De ter um amor do qual eu poderei confiar
Do qual eu terei certeza que me trará à tão esperada felicidade
Mas ainda não sinto isso
Então me abraço à solidão
Deixando que ela me domine
Deixando que a dor dentro de mim sangre
Esperando por um alguém
Que me dará a esperança de um amor verdadeiro
Mais sabendo que não vai ser meu amor
Pois um dia já passou
E meu amor de verdade
Há muito me deixou
Pra longe “viajou”
Nathan de Souza Pontual

Ainda quando brigávamos
Mesmo não gostando tanto assim
Como uma amizade cresceu
Em um amor se transformou
Escondido pela timidez do coração
Levado pra mais perto pelo tempo
Surpreso pela novidade
Apaixonado pelo beijo
Por cima de todos passamos
Ainda que não fosse tão alto
Ainda que não fosse tão forte
O amor fortaleceu e cresceu após um beijo tímido
A briga foi trocada pelo carinho
Ainda que fosse fácil de mais te amar
Antes tivesse temido este risco
Era um amor que não ia acabar
E eu via agente casar
Vi isso antes de tudo me machucar
Ansiei pelo amor intenso
Não que não gostasse do nosso carinho inocente
Hoje isso é o que me faz mais falta
E minha alma temia
E meu coração suplicava
Deus, não deixe que ela vá embora
Mas as coisas já estavam arrumadas
O caminho para sua casa ficou longo de mais
Eu via você escorrendo pelos meus dedos
E o fim chegaria
E te esperando no fim
Eu vi teu rosto perto de mim
Saboreei teu ultimo beijo (Ainda tímido)
E partiste com uma lagrima nos olhos (Ou seria minha?)
Mesmo depois de toda a dor que senti
Não me arrependo daquele abraço, que a força te dei
E era um dia ensolarado
E eu não parava de rir
E no dia que você saiu da minha vida
Arrancando a arvore que éramos nós
Deixaste-me fazendo o papel da raiz
E a dor me fez sangrar
Embora estivesse ensolarado
Recordo-me deste dia
Como se fosse um dia nublado
Como se não parasse de chover
Fez dias
Fez meses
Faz anos...
E tuas lembranças ainda doem em mim.
Nathan de Souza Pontual
Olhos cinza me observam
Vejo nele a mesma frieza de uma tempestade
Sinto os raios de suas palavras me atingirem
Dói apenas depois
Parece que nunca vou ver o céu de novo
Como acreditar no que você diz
Ontem mesmo você sorria pra mim
Suas palavras adocicavam meu coração
Seu corpo aquecia o frio da noite
Suas mãos acamavam meu cabelo me fazendo adormecer
E agora ignora minhas lagrimas
Com a frieza do gelo me deixas
Sem me explicar por que
Sem me dizer o motivo pelo qual estou sendo devastado
Sem me dizer o motivo deste punhal estar me perfurando agora
Como uma estatua fico
Você vai sem olhar pra trás
Deixando apenas aquele garoto que para você nunca foi nada
Sem saber que o que apenas tem ali
É um corpo vazio, frio e morto pra ele mesmo
Fico como mulher nenhuma acha que um homem pode ficar
Mas um homem tem um coração
E também é besta para se apaixonar
Então sobra apenas uma magoa profunda
O coração dilacerado e a tristeza de um mundo todo
Nathan de Souza Pontual
Sento na areia e vejo as ondas quebrando
Sinto a umidade no meu rosto
O cheiro do mar me acalma
Eu procuro o que me acalma
Você sempre me acalma
Deito e olho o que tem na minha frente
O céu coberto de estrela me ilumina
A luz do céu me fortalece
Eu olho aquilo que me fortalece
Você sempre me fortalece
Observo o horizonte
Linda divisão do céu e do mar
O céu e o mar me inspiram
Eu busco aquilo que me inspira
Você sempre me inspira
As ondas quebram aos meus pés
Lindos mantos vestindo a areia
A beleza me encanta
Eu tenho aquilo que me encanta
Você sempre me encantou
Nathan de Souza Pontual
Você acha que sua vida é um filme
Você acha que o drama vai terminar feliz
Mas não vê que a decisão é toda nossa
Apenas nossa
Sem telespectador para ajudar ou atrapalhar
Você diz que me ama
E fala dos nossos sonhos
Até diz que vai durar pra sempre
Mas eu sempre escuto e acredito
“Que o pra sempre, sempre acaba”
Como se não bastasse a dor que sinto ao olhar o céu
O que vejo ali gostaria de ver em você
Porque se choro ao olhar essa massa infinita
É porque fico triste de não ver em você
Toda a felicidade que vejo em uma estrela
É como aquela minúscula estrela que vejo no céu
Da qual te dediquei com todo o sentimento
Mas tu não entendeste o verdadeiro sentido naquilo
Só porque aos olhos é pequena, não quer dizer que realmente seja
A distancia é apenas uma ilusão na imensidão daquela estrela
Como quando criticam e duvidam do nosso amor
Acusando-o de pequeno e curto
Fazendo-nos pensar e até concordar
Mas alguma coisa nesse “pequeno” e “curto” amor
Prende-nos e nos faz desistir
Sabemos no fundo do peito
Que não é bem assim
Esse amor ainda não encontrou um fim
Muito menos um limite
Nosso limite seria uma viagem a outro planeta
Mas hoje você muda
Muda sem saber que está me mudando também
Cega por pensamentos individuais
Sem saber que estou ficando transparente
Sem saber que assim logo desaparecerei
Nathan de Souza Pontual